Você Sabe o que é Salário Emocional?

Obviamente, o salário é um fator importante para uma pessoa escolher se candidatar para uma vaga de emprego. Porém, a quantidade de benefícios oferecidos também influencia na decisão, tornando-se parte do salário emocional.

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Salário ou remuneração? Essa é uma discussão cada vez mais comum na rotina corporativa, e que ganhou um grau a mais de importância com a chegada da ideia de um salário focado em satisfação.

Até por isso, temos que perguntar: você sabe o que significa salário emocional?

O que é salário emocional?

Existem muitos elementos importantes no salário para o brasileiro, e a satisfação profissional está entre eles. Ou seja: não basta uma remuneração acima do que é praticada no mercado, é necessário sentir-se bem no ambiente de trabalho também.

Daí, a ideia do salário emocional como um catalisador para concentrar todos esses aspectos. Além do salário, o conceito aborda todas as coisas positivas e não materiais que influenciam a rotina profissional.

Aplicando isso no lado corporativo, podemos dizer que o salário emocional é um conjunto de benefícios oferecidos por uma empresa, servindo como fator predominante para incentivar e motivar os colaboradores.

É importante ressaltar que benefícios “emocionais” nada têm a ver com aqueles que a empresa deve pagar por Lei. Em vez disso, estão associados com os valores motivacionais, um diferencial que fará com que os colaboradores se empenhem cada vez mais em seu trabalho.

Além da motivação, a iniciativa de praticar o salário emocional nas empresas precisa estar diretamente ligada a fatores como:

  • qualidade de vida no trabalho;
  • promoção da cultura organizacional;
  • reconhecimento dos esforços da equipe;
  • visão estratégica dos líderes e gestores.

Qual é a importância do salário emocional?

O conjunto de fatores subjetivos que estão inclusos no salário emocional são maiores do que a gente imagina. Além disso, são extremamente importantes para que um colaborador queira permanecer na empresa.

Uma pesquisa realizada em 2018 por um dos maiores portais de emprego do mundo, o Love Mondays, revelou que cerca de 70% dos brasileiros estavam dispostos a sair de seus empregos. Diferentemente do que muitos possam pensar, o motivo não era o salário!

salário

Apesar do lado financeiro ser um fator que pesa na vida do colaborador, não é o único que importa. A parte subjetiva pode ser determinante para que o funcionário se desmotive pela empresa e peça demissão ou não exerça as suas atividades com o mesmo entusiasmo.

Nesse sentido, a equipe gestora deve buscar maneiras de entender como está o emocional dos colaboradores. É importante que exista um espaço seguro para que falem como se sentem e quais os seus objetivos de vida e carreira, criando um ambiente organizacional acolhedor e engajado.

Hoje em dia, as gerações mais recentes não vivem apenas para trabalhar. Esse modelo de vida tem se equilibrado mais em uma rotina de satisfação (pessoal e profissional) e realizações.

Para as empresas, a oportunidade para atrair e reter os talentos têm que passar pelo conhecimento em saber como implementar o salário emocional. Sem isso, dificilmente esse perfil mais jovem vai se identificar com a identidade da empresa e construir uma relação próspera e duradoura.

Especialistas apontam, inclusive, que o salário monetário ainda importa. É a base de muitas decisões profissionais para aceitar ou não uma oportunidade de emprego. Mas ela é uma estrutura frágil se não vier acompanhada de benefícios e elementos emocionais para construir e sustentar a satisfação do funcionário.

Como medir a eficiência do salário emocional?

Alguns pontos-chave podem mensurar a eficiência do salário emocional:

  • autonomia: a liberdade que os colaboradores possuem de administrar os seus próprios projetos;
  • pertencimento: é aquele senso de fazer parte de algo maior, uma equipe por quem vale a pena se empenhar;
  • criatividade: a capacidade de aplicá-la em qualquer atividade empresarial;
  • plano de carreira: a possibilidade de crescimento profissional na empresa a curto, médio e longo prazo;
  • ter um propósito: é quando o indivíduo tem a sensação de que o seu trabalho contribui positivamente para os seus objetivos pessoais e profissionais, pois ele sabe exatamente o que fazer e como isso impacta na vida de outros parceiros na equipe.

Por meio desses pontos aliados à gestão estratégica de pessoas dentro das empresas, é possível entender como os colaboradores se comportam e quais os resultados obtidos dessa prática.

Os gestores e líderes da empresa precisam estar cientes desses pontos e de como adaptá-los na realidade organizacional das equipes: como começar a praticar e o que fazer para que os colaboradores sejam engajados com o processo.

Qual é o impacto disso para os funcionários?

Para as empresas, talvez tenha ficado claro que, quanto maior a satisfação do colaborador, melhor é o seu desempenho e performance, contribuindo para o crescimento da organização também.

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Vamos para a parte prática e conhecer os principais exemplos de salário emocional e a importância deles:

1- flexibilidade de horário: o colaborador cumpre normalmente as suas obrigações profissionais, mas pode cumpri-las em horários flexíveis. Para os colaboradores que têm filhos, essa flexibilidade é um diferencial importante no processo;

2- oferecer treinamentos, cursos e workshops: são ferramentas importantes para o crescimento profissional dos colaboradores;

3- auxílio-creche: benefício que tranquiliza aqueles que não têm com quem deixar as crianças, deixando-os mais produtivos;

4- espaços de lazer: são espaços dedicados ao bem-estar e lazer dos colaboradores dentro da empresa;

5- benefícios: podemos citar vale-refeição, vale-alimentação, planos de saúde e odontológico, vale-cultura, auxílio-creche e bolsas de estudo, sendo os benefícios mais atraentes em uma organização.

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Quais cuidados devem ser tomados ao considerar o salário emocional?

Embora existam relevantes aspectos positivos em saber como implantar o salário emocional, é também importante reconhecer o apelo estratégico da questão.

Ou seja: não basta uma sala de lazer, com mesa de bilhar e videogame, se o ambiente é tóxico e a pressão por resultados é acima de qualquer limite.

Por isso, é importante começar o planejamento por meio do equilíbrio entre a remuneração financeira e as ações focadas no grau de satisfação dos colaboradores. Além disso, a ideia de salário emocional não deve ser a muleta de motivação dos colaboradores, mas uma ferramenta, apenas.

Portanto, toda ação deve estar alinhada à cultura organizacional. Tem que agregar valor, e não apenas números ou adjetivos que ficam lindos na descrição de uma vaga de emprego, mas que não tem real utilização no dia a dia da empresa.

Como implementar o salário emocional?

A gestão e o setor de RH têm que estar alinhados e em constante diálogo com os funcionários para entender como o salário emocional pode ingressar positivamente na rotina da empresa.

Depois, a condução do processo vai passar por cada gestor, no dia a dia, a fim de alinhar qualquer pendência com os funcionários e avaliar feedbacks das estratégias adotadas.

Então, o salário emocional deve sempre estar alinhado aos valores da empresa e dos colaboradores, e pode ser visto como um fator motivacional, e um investimento que vai render resultados em curto, médio e longo prazo.

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